Dúvidas: Como funciona auditoria, Certificação ISO, Cursos, Empresa de consultoria

Como funciona auditoria, Certificação ISO, Cursos, Empresa de consultoria

1 - HISTÓRIA

Atuamos com excelência na reabilitação de pessoas que sofrem com a doença da dependência química e alcoólica. Uma experiência galgada nos resultados obtidos com a credibilidade dos nossos profissionais e o comprometimento em promover a vida.

2 - HUMANIZAÇÃO

Qualquer situação de saúde e doença que nos torne vulnerável diante da vida se configura como um momento de crise existencial. É como se a nossa relação entre passado, presente e futuro se modificasse a partir do início de um sintoma, do resultado de um exame, de um acidente ou outro acontecimento que nos torna física e/ou mentalmente vulneráveis. Muito do que conhecíamos sobre nós ou esperávamos para o futuro deixa de ser e dá lugar a tudo que permeia a nova condição existencial. Por este motivo a Saúde Premium preza pela humanização no atendimento aos seus pacientes.

3 - ESTRUTURA

Uma empresa particular, com prédio próprio comporta os mais diferenciados módulos de tratamento, entendendo que um ambiente saudável e com múltiplas opções trará resultados cada vez mais satisfatórios.

4 - LOCALIZAÇÃO

A empresa está localizada estrategicamente, a 84 km da capital paulista (entre as rodovias Castello Branco e a Raposo Tavares), contando com os aeroportos de Viracopos em Campinas e Congonhas em São Paulo, além do Internacional de Guarulhos. A cidade de Sorocaba comporta atualmente os mais conceituados polos tecnológicos do Brasil, agregando ainda mais qualidade e excelência na Saúde e Educação em toda a região.

5 - COLABORADORES

Os profissionais que fazem parte do nosso quadro são selecionados a partir de critérios rígidos e minuciosos. Somente após a fase de treinamentos eles são ingressados no setor de destino. Tomamos inúmeras precauções, pois temos plena consciência da responsabilidade em cuidar e reabilitar uma vida. O comprometimento e a formação dos profissionais, bem como a experiência de cada um, são fundamentais para que o processo de reabilitação seja completo.

6 - TRATAMENTOS

Disponibilizamos o melhor tratamento do Brasil com equipe altamente qualificada.

7 - PERSONALIZAÇÃO

Oferecemos um programa terapêutico completo, que abrange o cliente, o paciente e o familiar ao longo do tratamento. Todo material é desenvolvido pelos nossos profissionais dentro da própria empresa, fazendo com que os cada tratamento seja único no seguimento da Reabilitação Humana.

8 - UNIÃO

O trabalho que desenvolvemos tem como base a união entre os profissionais da Saúde, os pacientes e os familiares, que juntos formam uma grande família. É comprovado que uma base familiar, aliada ao conhecimento e acompanhamento constante dos profissionais, causa uma influência positiva para o êxito da Reabilitação Humana.

9 - RESULTADOS

Possuimos embasamento para comprovar com dados concretos os resultados obtidos. Tudo graças a um acompanhamento feito por até dois anos dos nossos pacientes e familiares que foram tratados em nossa estrutura.

10 - TRANSPARÊNCIA

Fazemos questão de que toda esta MISSÃO seja comprovada pessoalmente. Os nossos métodos de trabalho e atuação contam com uma logística composta por diversas análises, para que possam continuar se desenvolvendo cada vez mais. Por este motivo, a sua presença e participação no processo são fundamentais para o sucesso do tratamento.

1. Evite a ociosidade: esteja alerta para o abandono da escola ou trabalho. É importante estimular constantemente o jovem para que ele tenha ocupações, responsabilidades, envolva-se com estudos, esportes, cultura e trabalho.

2. Dialogue: privilegie o diálogo. Os pais devem estar interessados em compartilhar as dificuldades e anseios de seus filhos, mostrando-se solidários na resolução de seus conflitos, discutindo, trocando experiências, alertando e, principalmente, sabendo ouvir.

3. Seja franco: use e abuse da franqueza. É fundamental que os pais possam se posicionar com franqueza e segurança diante do filho, exigindo dele a mesma base de relacionamento. Atitudes policialescas tais como procurar pistas, escutar suas conversas com amigos, cheirar suas roupas, mandar segui-lo, só tendem a aumentar a desconfiança e afasta-lo ainda mais. Se algo está preocupando os pais em relação ao filho, por que não discutir diretamente com o interessado?

4. Mantenha a coerência: manter a coerência entre as mensagens que pai e mãe transmitem ao filho torna-se um fator muito importante. Ambos devem estar a par do problema e discutir as condutas a serem tomadas (muitas vezes a mãe esconde do pai os fatos, só deixando que ele saiba quando as coisas já foram longe demais). Uma vez tomada a decisão, esta deve ser levada ao filho de uma forma única pelo casal para evitar informações contraditórias e ambíguas, o que termina por enfraquecer os pais diante do filho.

5. Estimule autoconfiança: saiba valorizar as aquisições culturais, intelectuais, físicas, afetivas, financeiras do jovem para que este se sinta confiante e capaz de galgar novos caminhos na preparação para uma vida adulta.

6. Busque amadurecimento: buscar o amadurecimento do jovem faz com que este assuma responsabilidades e delas possa se desincumbir, tome decisões e possa arcar com suas conseqüências, faça suas escolhas e assuma as perdas que delas decorrem, organize-se para conquistar gradativamente seus objetivos e consiga manter os compromissos assumidos.

7. Permita que lute: não tire do jovem a possibilidade de lutar para realizar conquistas tais como a compra de um carro ou moto, a obtenção de dinheiro, a realização de viagens, etc.

8. Procure ajuda: procure auxílio de profissionais competentes caso os pais não estejam conseguindo liderança junto ao filho para evitar que o contato inicial com a droga se transforme em dependência de forma crônica.

9. Seja sincero: responder com sinceridade à pergunta: A família não está precisando ser tratada também?

10. Procure Entender: entenda que cada pessoa é o que viveu e o que temos de bom e ruim aprendemos com nossos pais. A formação da personalidade vem do que foi introjetado ao longo da vida desde o nascimento. A personalidade é a soma do caráter e temperamento que formam o biotipo de cada um. A grande maioria dos nossos pacientes possui ego fragmentado e pouco estruturado.

11. Saiba dizer não: diga não, repreenda e dê limites quando isto se fizer necessário, não deixando, porém, de demonstrar interesse na felicidade e bem-estar do jovem.

12. Não espere: não esperar que o problema se agrave para tomar alguma providência.

13. Interne: desmistifique a internação não fazendo dela um bicho de sete cabeças e muito menos um castigo (a atitude dos pais de “ameaçar” com a internação é muito comum). Ela não pode ser vista desta forma como também não deve ser tida como “um mal necessário”. Quando houver a indicação de internar o dependente de droga (e isto só o médico que acompanha o caso tem condições de avaliar), ela deve ser encarada de modo realista e positivo. Com a internação pretende-se:

a)   Afastar aquela pessoa do seu ambiente habitual que favorece toda uma problemática;

b)  Dar condições, durante este afastamento, dela reformular suas condições internas e, fortalecida, voltar para a vida normal.

14. Saiba como combater: saiba que é possível combater a dependência de drogas, durante a internação, sem medicações fortes e tratamento de choques. Que uma vida ativa e saudável (com muito esporte), com companheirismo e um acompanhamento psicoterápico, é o caminho certo para superar a dependência de drogas.

15. Substitua expectativas: substitua a expectativa de cura pela expectativa de amadurecimento e fortalecimento da personalidade do jovem. É através deste processo que ele chegará ao ponto de abandonar sua dependência. De nada adianta combater apenas a droga pela droga.

Infelizmente, muitas famílias encontram-se imersas em situações problemáticas causadas pelo uso de drogas lícitas ou ilícitas. Aflição, dor, angústia e culpa são sintomas conflitantes e que dilaceram laços afetivos. Estes traços tornam-se visíveis nos semblantes de muitos pais e mães. Aos poucos, a codependência química transforma os indivíduos e faz com que o comportamento do adicto dite como serão suas vidas.

A codependência causa renúncia à própria vida, além de transformar sua existência em medo e frustração, por não conseguir recuperar o adicto. Abaixo reunimos algumas situações recorrentes na vida de quem é codependente. Elas estão em forma de perguntas, para que você reflita sobre a necessidade de minar essa codependência.  Acompanhe!

Sua vida, planos e rotinas do dia a dia são alteradas e organizadas em função da codependência?
Quem é codependente demonstra um comportamento inconsciente e compulsivo esquecendo-se de si mesmo. A pessoa está sempre cuidando de um filho, namorado, cônjuge ou familiar. Assume para si a responsabilidade das escolhas e consequências do dependente. Muitas vezes, abre mão de sua rotina, trabalho e planos para protegê-lo, visando impedir que a adicção chegue ao conhecimento de amigos, vizinhos e conhecidos. Alguns, inclusive, chegam a regular a vida do ente querido, impondo regras e controlando refeições, banhos, lazer etc.

Por essa dedicação tão exclusiva, disfuncional e irrestrita, o codependente torna-se infeliz, explorado e impotente. Suas intenções, por melhores que sejam, apenas fazem dele um administrador de crises. A ansiedade e a constante frustração tornam a codependência, aos poucos, uma adicção. O dependente químico luta para tentar controlar seu vício e o codependente para controlá-lo, resultando em um círculo vicioso.

Você procura sinais de ingestão de álcool ou outras drogas, cheirando o hálito ou vasculhando o quarto, objetos e roupas?
No intuito de minimizar ou esconder a adicção do familiar, o codependente começa a agir como um vigilante. Procura por traços de ingestão de substâncias no hálito, olhar, atitudes ou entre objetos pessoais do adicto. A dúvida o corrói por dentro, suspeitando de tudo. Aos poucos, a tentativa de prevenir o uso de drogas vira uma caçada a elas. E quando a desconfiança se torna realidade, a codependência faz com que a pessoa queira enfrentar essa luta sem ajuda. Uma guerra silenciosa e solitária. Aos poucos, sem perceber, passa a apresentar os mesmos sintomas do adicto. Sofre tanto quanto ele ou até mais, pois ao contrário dos dependentes químicos, o codependente não faz uso de álcool ou outra droga para tentar suportar a dor de ver alguém que ama negligenciando a própria vida.

Você culpa a si mesmo e/ou as amizades do dependente por sua adicção?
Quando os primeiros sintomas do vício em drogas começam a aparecer, a primeira reação de familiares é a negação. Evita-se falar do problema, dificultando a maneira de lidar com sua existência. O codependente acredita que, se ignorada, a situação desaparecerá naturalmente. Com o tempo, e os sinais cada vez mais frequentes do uso de drogas, a realidade começa a incomodar e a saída é achar um culpado para o que está acontecendo. Os pais acreditam que isso é influência dos amigos, das más companhias ou erro deles mesmos.

Assim, surgem os seguintes questionamentos, como “onde erramos?” ou “sempre dei tudo do bom e do melhor, por que isso está acontecendo?”. Esse sentimento descompensado em busca de um bode expiatório apenas dá margem para outro problema: a codependência. Aos poucos, tornam-se reféns da culpa e da vontade descompensada de ajudar a quem amam.

A codependência química tem tratamento, mas exige que a pessoa esteja disposta a abdicar da exclusividade sobre a recuperação do adicto e permita que profissionais especializados deem a devida assistência para a família, seja com a internação em uma clínica de tratamento ou com acompanhamento intensivo. E para melhor ajudá-lo, os parentes (mães, pais, filhos, irmãos…) Tem que frequentar os grupos de apoio como Nar-Anon, Al-Non ou Amor Exigente, para saber como lidar com ele(a) no pré e pós tratamento!

Como ajudar pessoa viciada em drogas? Ver um querido perder a saúde, o convívio social e as rédeas da própria vida para as drogas é uma grande dor para parentes e amigos. A situação torna-se ainda mais difícil quando a pessoa não reconhece que precisa de ajuda e nega-se a fazer o tratamento. Neste post vamos falar sobre algumas formas para abordar e convencer um dependente químico a buscar tratamento.

Faça a abordagem do dependente químico com carinho e paciência

Um dos primeiros conselhos de psicólogos e profissionais de saúde mental é abordar o dependente químico com carinho e paciência. O melhor momento para se falar com uma pessoa que está abusando do uso de drogas ou de álcool é quando ela não está sob o efeito dessas substâncias. Perceba o momento em que ela está mais tranquila e receptiva a uma conversa. Fale de sua preocupação com os rumos que a vida dela vem tomando, mostrando as perdas que ela coleciona desde que iniciou o vício. Tenha o cuidado de demonstrar os efeitos nocivos, sem acusações ou julgamentos que possam ativar sua irritação e deixá-la mais resistente a ouvir.

Na hora da intervenção, escolha uma pessoa em quem o dependente químico confia e respeita

Os dependentes químicos têm um grande poder de persuasão e são manipuladores, quando se trata de distorcer a própria situação. Podem ficar agressivos e violentos quando são confrontados e quando se sentem ameaçados. Por isso, é importante que a pessoa escolhida para fazer a intervenção seja alguém a quem o depende respeite e confia. Isso aumenta as chances de ele ouvir e pensar sobre a própria condição.

Procure a ajuda de profissionais

É muito comum que os familiares só admitam que um parente precise de ajuda quando o abuso das drogas já trouxe tragédias pessoais e familiares, como uma rotina de brigas, perda de emprego, divórcio ou mesmo violência física contra as pessoas que moram com o dependente. Por isso, é muito importante contar com a ajuda de profissionais especializados no tratamento de saúde mental para ajudá-los nessa abordagem. Quem cuida também precisa de cuidados. Ter um dependente químico em casa significa um desgaste físico e emocional para toda a família e é preciso contar com uma rede de apoio (inclusive religiosa, se a família professa alguma fé), para encontrarem juntos o caminho para a reabilitação.

Não ceda ao sentimento de culpa

Se a situação já está muito delicada e há a indicação de uma internação compulsória ou involuntária, não se sinta culpado. Muitos dependentes químicos chegam a um nível de dependência tão alto que perdem a capacidade de julgamento quanto à própria segurança e a dos outros.Por isso, torna-se necessário planejar, junto à equipe especializada da clínica de recuperação, a melhor forma de fazer a abordagem. Tenha sempre em mente que a decisão pela internação é uma ação de amor e de cuidado com seu familiar. A surpresa, nesses casos, é essencial para que a pessoa não tenha tempo de pensar em uma defesa para conseguir evitar a internação.

Conte com uma equipe multidisciplinar nos primeiros dias de tratamento

Os primeiros dias de tratamento são sempre muito difíceis, tanto para o dependente químico quanto para seus familiares. Assim, é essencial contar com uma equipe multidisciplinar que possa ajudá-los a fazer essa transição. Ainda que leve um tempo para o dependente aceitar o tratamento, a internação será importante para a reabilitação. Nesse processo, não só a participação de uma equipe médica é importante, mas também a de profissionais de áreas como a psicologia, a psiquiatria, a nutrição e a terapia ocupacional. Esse envolvimento diversificado deixará o tratamento mais completo e eficiente. É essencial levar isso em conta na hora de escolher uma clínica de reabilitação.

Demonstre seu apoio

É importante que a pessoa saiba que não está sozinha para lidar e enfrentar sua dependência. A coragem para procurar ajuda e passar por um tratamento costuma aumentar quando se tem o incentivo e o apoio de alguém. Assim, você ajudará muito ao mostrar que está ao lado dela para ajudá-la no que for preciso, tanto antes quanto durante o processo de se tratar.

Escute a pessoa e seja confiável

Lembre-se de que você está lidando com outro ser humano e, portanto, com emoções e sentimentos únicos e bem profundos. Essa pessoa tem seus motivos para ter se tornado dependente e, para ajudá-la, é preciso conhecer seu ponto de vista. Não adianta tentar somente impor a ideia de que as drogas estão lhe fazendo mal. Deve-se escutá-la e procurar entender como ela se sente. Mostre que ela pode confiar em você e que você está interessado em ouvi-la.

Tenha empatia

Mesmo que seja difícil entender a pessoa, os seus motivos e seus sentimentos é muito importante que você tente fazer isso. Experimente se colocar no lugar dela e compreender seus problemas e dificuldades. Demonstrar esta compreensão faz toda a diferença, pois o dependente se sente acolhido, em vez de julgado. Você pode dizer, por exemplo, que o entende, que sabe o quanto a situação é difícil para ele, mas que há esperanças para tudo melhorar. Lembre-se de tratar a pessoa como você gostaria de ser tratado. Mesmo que você não entenda ou concorde com seu modo de pensar ou agir, é essencial respeitar esses pontos.

Peça permissão para ajudar e demonstre sua preocupação

Você pode ser sincero com a pessoa e abrir-se sobre sua preocupação com ela. Desabafe sobre como você sente que a dependência está a prejudicando. No entanto, lembre-se de fazer isso da forma mais calma possível. Quando for conversar com o dependente químico, é recomendável que se tome cuidado em alguns pontos. É necessário que as conversas sejam em um lugar onde ela se sinta confortável e segura. Isso é importante para evitar que o ambiente atrapalhe sua comunicação ou influencie as suas reações e as do dependente. Outra questão que pode ser importante é buscar ajuda para você mesmo. Como essa é uma situação delicada e complicada, é comum aparecerem sentimentos de insegurança (sobre como deve ser a conversa, por exemplo), culpa e preocupação. Assim, pode fazer toda a diferença buscar ajuda de profissionais para esclarecer seus medos e dúvidas e, inclusive, buscar um acompanhamento para você.

Saiba o que fazer após convencer o paciente

Depois de convencer a pessoa a procurar ajuda você ainda deve permanecer do seu lado. Ajude a encontrar a melhor forma de tratamento e a procurar uma clínica de reabilitação e demonstre apoio ao longo do processo. É importante contribuir para a pessoa sentir-se no controle da situação, mas também é válido acompanhar tudo. Mantenha contato e visite o dependente (em caso de internação), ajude-o a perceber e valorizar até os avanços bem pequenos e mostre-se engajado no processo como um todo.

Estabeleça limites

 

Sabemos que não é uma tarefa fácil e ter um dependente químico na família afeta muito a relação entre pais e filhos. A tendência é que os jovens fiquem mais revoltados e apresentem comportamentos agressivos. No entanto, é papel dos pais ou familiares responsáveis, tentar estabelecer certos limites na rotina do usuário. Por exemplo, tente convencê-lo a permanecer em casa, não permita a visita de amigos suspeitos de incentivar o consumo e amizades que não sejam muito confiáveis. O mesmo vale para atitudes incorretas, como pegar dinheiro sem solicitar. É importante ressaltar que todas essas ações precisam ser feitas com calma e jamais se utilizar da força física ou com castigos que provoquem reações de ódio ou raiva. Também não tranque ou isole o dependente de uma vida social, pois isso tende a piorar o quadro.

Anote os dias e horas de comportamentos suspeitos

Uma das formas de como ajudar pessoas viciadas em drogas é fazer um mapeamento de seus comportamentos mais suspeitos. Por exemplo, imagine que você note que seu filho inicie a semana com um humor diferente do normal, apresente sinais de depressão, cansaço ou tristeza, depois de um final de semana na rua. Ou quando ele informa que tem algum compromisso fora e retorna com outro aspecto. Tudo isso ajuda a desvendar certas atitudes que podem estar sendo motivadas pelo consumo de entorpecentes. Se a frequência desses comportamentos for grande, você pode tentar averiguar, mais de perto, o que ele está fazendo de fato na rua e buscar ajuda a tempo.

Busque ajuda para si mesmo

É difícil saber como ajudar pessoas viciadas em drogas, quando não temos experiência ou não temos noção do que fazer para solucionar esse problema. Por isso, muitas vezes, os familiares acabam prejudicando e agravando o quadro do usuário por não saberem se impor numa situação dessa. Com isso, diversas clínicas de reabilitação promovem atividades voltadas, exclusivamente, para a participação de familiares, como palestras, cursos e terapias, no intuito de orientar e informar os melhores métodos e indicar os tratamentos mais eficientes para cada caso.

Se o dependente for seu filho, entenda qual o seu papel

Mais importante que qualquer tratamento e acompanhamento médico, é a participação dos pais, quando o dependente é um filho ou uma filha. Jamais desista e entenda que os jovens são mais suscetíveis ao consumo das drogas, devido ao acesso facilitado e por causa da busca de novas experiências. Certamente, essa situação jamais será desejada por alguma família, porém é mais comum do que se imagina.

Sem dúvidas, o melhor caminho é sempre o amparo familiar e o diálogo. Lembre-se que você sempre deve servir como uma referência e um porto seguro.

Enfim, essas foram algumas de nossas dicas de como ajudar pessoa viciada em drogas a buscarem uma alternativa para se livrarem, de vez, do seu vício. Infelizmente, a dependência química não tem cura. No entanto, diversos tratamentos são suficientes para ressocializar o usuário e retomar uma rotina normal, trazendo de volta a felicidade de toda a família.

Você pode ajudar a pessoa a manter-se estável ao longo da vida e, caso ela passe por recaídas, demonstre novamente seu apoio e ajude-a a encontrar soluções.

O convívio com pessoas manipuladoras é muito mais comum do que podemos perceber, isso porque os manipuladores são mestres na arte de enganar pessoas de boa fé sem ser percebido. Algumas pessoas nasceram com distúrbios de personalidade que não os permite ter empatia por outros seres. Outros desenvolvem esses distúrbios através de experiências traumáticas que quase sempre aparecem ligadas ao abuso de substâncias. 

Características de uma personalidade manipuladora

Algumas pessoas manipuladoras nascem com uma doença chamada psicopatia, ou com uma propensão genética ao desenvolvimento de aspectos violentos na personalidade do indivíduo. Em ambos os casos, existem estímulos de episódios traumáticos que desencadeiam a conduta psicologicamente agressiva, como um ambiente doméstico disfuncional, abuso físico, psicológico ou sexual na infância e, ainda, o uso de determinados tipos de droga.

Pessoas manipuladoras são capazes de ações impensáveis, apenas para atingir seus objetivos egoísta e garantir para si uma boa vida. Ainda que esse comportamento venha a prejudicar outras pessoas, indivíduos manipuladores não sentem remorso. É preciso estar atento a alguns tipos de atitudes que revelam um comportamento manipulador.

Maneiras mais comuns de manipulação

Pessoas manipuladoras seguem um padrão de comportamento quase que instintivo. Entre as principais habilidades de manipulação estão:

- Convencem você a desistir de algo que você quer, a fim de servir aos interesses dele(a);

- Uma vez que o manipulador consegue tirar vantagem, ele vai repetir a violação;

- Sabem como detectar pontos fracos;

- Usam suas fraquezas contra você;

É preciso estar bem preparado emocionalmente para lidar com pessoas assim, mas a maioria das pessoas não tem suporte para isso. Em alguns casos, é necessário buscar ajuda psicológica para aprender a se defender desses predadores emocionais. O caso complica ainda mais quando se trata de pessoas que amamos.

Como se defender de pessoas manipuladoras

Além da ajuda psicológica, existem algumas técnicas que podem ser usados para identificar e conviver com uma personalidade manipuladora. O primeiro passo é suspeitar sobre o processo de manipulação e buscar meios de impedi-lo, o segundo é preparar sua mente para não ceder às investidas de um manipulador.

Faça valer seus Direitos

Esteja ciente dos seus direito como pessoa humana, como a dignidade e o respeito. Certifique-se de estar tratando a si mesmo de acordo com os direitos humanos que possui, pois muitas vezes nos sacrificamos para não ter de enxergar os desvios de caráter nas pessoas que amamos.

Evite a auto-culpa

Sentir culpa fará com que você enfraqueça e abra a guarda para novas manipulações, pois as pessoas manipuladoras podem sentir esse tipo de sentimento e usar a favor próprio. Preserve-se e tenha em mente que evitar o problema não faz com ele desapareça.

Saiba como dizer “não”

Poucas pessoas aprendem a dizer “não” e os momentos certos para fazê-lo. Somos criados para sermos educados, bonzinhos e condescendentes, como se isso fosse sinônimo de boa educação quando, na verdade, a realidade exige que nos portemos com um pouco mais de cautela.

A gravidez e o vício em drogas são duas situações que não combinam, em qualquer hipótese. Usar substâncias químicas enquanto se está esperando um bebê pode afetar a saúde da mãe, do bebê e trazer muitas complicações no parto — e as lesões na criança podem ser irreversíveis! Portanto, o uso das drogas na gravidez deve ser completamente vetado.

Dentre os riscos que circundam o uso de drogas durante a gestação estão os problemas no recém-nascido, além de outras doenças decorrentes de fatores genéticos e ambientais que afetam a criança.

Quais são os riscos para mãe e bebê devido ao uso de drogas na gravidez?

1. Problemas de abstinência nos recém-nascidos
Tudo o que é consumido pela mãe passa para o bebê através da placenta e da corrente sanguínea — e com as drogas não é diferente. O feto, portanto, acaba por consumir uma quantidade dessas substâncias durante a gestação. Assim, logo após nascerem, os bebês podem apresentar quadros de abstinência dessas drogas ingeridas, com quadros de convulsões e tremores.

2. Deficiência intelectual
O consumo de álcool também deve ser vetado durante a gravidez — se engana quem pensa que a substância não pode ser extremamente prejudicial para o bebê. Com a ingestão de álcool (mesmo em quantidades menores) após o terceiro ou quarto mês de gestação, o feto pode sofrer da chamada Síndrome Fetal Alcoólica, capaz de trazer microcefalia discreta, deficiência intelectual e outros quadros psicológicos.

3. Lesões no desenvolvimento do feto
Se a mulher gestante for usuária de drogas mais pesadas (como anfetamina ou cocaína), ou drogas psicotrópicas (como álcool ou soníferos) o feto poderá desenvolver má formação ou lesões fetais em seu desenvolvimento. O consumo do álcool também pode levar a um comprometimento irreversível do sistema nervoso central do feto, causando quadros de microcefalia. Além disso, podem ocorrer alterações oculares e cardiopatia congênita (alteração na estrutura do coração).

4. Infecções materno-fetais
Os problemas causados pelas drogas vão muito além do contato direto da droga com o feto. As mães usuárias dessas substâncias químicas podem desenvolver doenças que passam diretamente para o bebê, como rubéola, sífilis, toxoplasmose, herpes, citomegalovírus, entre outras muitas transmitidas no compartilhamento de agulhas, por exemplo. Também é possível haver contaminação por relações sexuais, como é o caso do citomegalovírus, um tipo de herpes que te maiores chances de contágio quanto há troca constante de parceiros sexuais. Isso porque, muitas vezes, sob o efeito de drogas, a mulher exerce atividades sexuais com diversos parceiros, correndo o risco de afetar a criança, que pode nascer com a doença e apresentar problemas no fígado, anemia, colite necrosante e pneumonia.

5. Natimorto
Natimorto, ou nato-morto, é a denominação dada ao feto que morre dentro do útero da mãe. Há diversas possibilidades para que isso aconteça na gravidez, no entanto, o uso de qualquer entorpecente durante o período de gestação — independentemente da dose — aumenta exponencialmente esse risco à vida do filho e da mãe.

6. Aborto espontâneo
O aborto espontâneo é um processo violento que finaliza a gestação antes de completar todas as semanas. Infelizmente, esses casos são muito característicos entre mães que usaram ou continuam usando alguma substância maléfica à saúde. O uso de drogas na gravidez potencializa os riscos de um aborto espontâneo, podendo, inclusive, acarretar graves problemas ao corpo da mãe.

7. Nascimento prematuro
Outro grande problema ocasionado pelo uso de drogas na gravidez é a probabilidade de um nascimento prematuro. Nesses casos, o bebê não se desenvolve no tempo normal, e sua saúde pode ficar debilitada, aumentando as chances de desenvolvimento de doenças imunológicas e até hemorragias cerebrais.

8.Microcefalia
A microcefalia é uma condição neurológica rara caracterizada por anomalias no crescimento do cérebro dentro do crânio. Suas causas podem ser genéticas ou ambientais. Nesse último caso, o uso de drogas é um dos principais possibilitadores do problema. Ainda não há como prever os possíveis casos oriundos de uso de entorpecentes. A única forma de amenizar os riscos depende unicamente da mãe, quando tenta frear os seus vícios.

9. Deficit de atenção
Esse quadro é comum no período da infância em algumas crianças, e costuma se prolongar para a vida toda. Ele não tem cura e atrapalha no desempenho de qualquer atividade e aprendizado — e, mais uma vez, as drogas na gravidez são um verdadeiro vilão para o desenvolvimento desse transtorno nos filhos de mães usuárias.

Quais são as drogas que trazem mais riscos à gravidez?

Como já podemos ver, o consumo de qualquer droga durante a gestação, seja licita ou ilícita, apresenta grandes riscos à saúde das duas partes: da mãe e do bebê. No entanto, a responsabilidade cabe somente a um desses lados.

Então, se você é mãe ou conhece alguma gestante usuária de qualquer droga (incluindo álcool e tabaco), procure por tratamentos específicos o quanto antes. Lembre-se: é totalmente possível salvar vidas.

Quais são os cuidados pós-parto para casos de mães que usaram drogas na gravidez?

Os casos de mães usuárias de drogas que conseguem finalizar a gestação e dar à luz aos seus filhos podem ser considerados casos de sorte. Mas nem tanto: pois a probabilidade de o neném herdar problemas e vícios é altíssima.

Drogas como o crack, cocaína e outros tipos sintéticos costumam ser mais graves ainda, e necessitam de cuidados especiais e acompanhamento médico constante. Seja qual for o caso, o recomendado é que a mãe procure orientação em instituições específicas para o tratamento, e acompanhe qualquer alteração de comportamento do filho.

Como vimos, o uso de drogas na gravidez é grave e pode trazer problemas irreversíveis para o bebê. Por isso, é preciso tratar desse assunto com cuidado, sem negligenciar a realidade, mas encarando-a e tomando as atitudes corretas para evitar problemas futuros.

Se alguém na sua família passa por essa situação, converse com a pessoa. Ofereça-lhe ajuda e explique todos os problemas que o uso das drogas pode causar enquanto se está gerando uma vida.

Se, por último caso, essa pessoa não tiver condições de largar o vício por si mesma, indicamos que a família a interne involuntariamente em uma Clínica de Recuperação, para um tratamento preventivo de resguardo da vida do bebê. Lembre-se: a sua ajuda pode salvar uma vida!

Propomos uma melhor compreensão do que é este hábito repetitivo degenerativo chamado de vício, para isolar dúvidas, preconceitos ou julgamentos sobre pessoas que sofrem deste mal.

A palavra “vício” é derivada de um termo em latim para “escravizado por” ou “vinculado.” Qualquer pessoa que tenha lutado para superar um vício ou tentou ajudar alguém a fazê-lo, entende o porquê.

O vício exerce uma influência muito poderosa no cérebro e se manifesta de três maneiras distintas:

- Desejo para o objeto do vício;
- Perda de controle sobre seu uso;
- Envolvimento contínuo com ele, apesar das consequências adversas já conhecidas pela pessoa viciada.

Por muitos anos, especialistas acreditavam que apenas álcool e drogas poderosas poderiam causar dependência. Tecnologias de neuroimagem e pesquisas mais recentes, no entanto, têm mostrado que outras atividades, tais como jogos, compras e sexo, também podem resultar em vício.

É importante saber que ninguém inicia uma atividade ciente do risco de ser dependente, mas poderá acabar na armadilha inesperadamente.

Na década de 30, pesquisadores acreditavam que as pessoas que desenvolveram vícios eram moralmente inaptas ou fracas de autocontrole, porém hoje a dependência é reconhecida como uma doença crônica, que altera a estrutura e a função cerebral.

Assim como algumas doenças causam danos ao coração e a diabetes prejudica o pâncreas, a dependência afeta o cérebro.

Isso acontece quando o cérebro passa por uma série de mudanças iniciadas pela ilusão do prazer e direcionadas a um comportamento severamente compulsivo.

Uma das maiores preocupações dos pais é o consumo de drogas pelos seus filhos. Não é para menos, pois é um caminho bem tortuoso, que pode levar a consequências desastrosas. Se suas desconfianças se tornaram realidade, vale a pena entender os motivos que acarretaram tal situação e resolvê-los de maneira sincera e madura, sem desesperos.

“O que fazer ao descobrir que meu filho usa drogas?” é uma dúvida que sempre ronda a cabeça dos pais e, por isso, no post de hoje, separamos algumas dicas para você não se desesperar nesse caso:

Mantenha a calma

Não se desespere, para tudo há uma solução. Vários pais passam por isso e, quando agem com calma, conseguem alcançar, de forma mais rápida, uma solução para esse problema. Há diversos grupos de ajuda, tanto para os usuários quanto para os pais que escolhem apoiar o filho nessa longa jornada de desintoxicação.

Lembre-se: agredir não é a solução

É revoltante saber que o filho usa drogas, afinal, mesmo com todos os cuidados e amor que ele recebeu, ele se rendeu a esse mundo. Mas a agressão não é a solução. Por isso, por mais revoltado, desgostoso e triste que você esteja, não parta para a agressão. Isso será a desculpa perfeita para que ele continue com o consumo de drogas.

Nunca finja que não sabe

Um dos maiores erros dos pais é achar que essa fase irá passar e que tudo voltará ao normal. Ou mesmo entrar em negação, recusando a ideia do filhos ser usuário de drogas. Um ponto importante é nunca fingir que não sabe, uma conversa franca e recheada de amor deve ser tida, por mais dramática que isso possa parecer. Seu filho deve saber do seu conhecimento e, acima de tudo, saber que você está por perto para ajudá-lo.

Melhore a comunicação

A comunicação é essencial na parte do processo de desintoxicação, então melhore-a. Como você irá ajudar seu filho se não souber o porquê de suas atitudes, o que ele necessita, se ele precisa de ajuda ou se precisa de amor e atenção. E a base desses conhecimentos é uma melhora na comunicação de vocês.

Não facilite de forma alguma

Não facilite de forma alguma o consumo de drogas, nem dentro de sua casa e nem fora dela. Dar mesadas, pagar suas dívidas, dar presentes para ver se ele fica longe das drogas: nada disso adianta. Se você não facilitar o consumo, você estará ajudando seu filho a sair desse mundo. Impor limites sem esquecer do amor é uma forma de dificultar o uso e o convívio com outras pessoas usuárias de drogas.

Peça ajuda

Toda ajuda é bem-vinda, então peça ajuda de um profissional gabaritado para tal assunto. Nas clínicas de desintoxicação há equipes de alta performance quando o assunto é droga. Psicólogos, psiquiatras, nutricionistas, enfermeiros e médicos de diversas áreas. Vá atrás dessa ajuda sempre que achar necessário.

“Meu filho usa drogas, mas eu estou aqui para ajudá-lo e apoiá-lo, para ele não continuar com esse consumo”, esse é o pensamento ideal para que problemas com drogas sejam resolvidos de forma assertiva. Não se esqueça que a dependência química é uma doença, e deve ser tratada como tal.

O garimpo é, então, encontrar o local ideal para fazer a internação para o tratamento da dependência química.

Abstinência: a crise que pode matar

Muita gente não tem sequer ideia do que é uma crise de abstinência e por isso costumam tratá-la como algo irrelevante.
No geral, a concepção do senso comum é essa, e por isso as pessoas que sofrem com a abstinência acabam sendo marginalizadas e entregues à própria sorte, mas, você sabia que a crise de abstinência é um problema sério e que pode inclusive matar?
A crise de abstinência é um problema psíquico que representa um perigo enorme para as pessoas e por esse motivo necessita de intervenção médica imediata para ser controlada e não causar problemas ainda maiores (de acordo com a OMS -Organização Mundial da Saúde). Isso motivou psiquiatras de todo o mundo a se debruçarem sobre o assunto e começarem a desenvolver técnicas para auxiliar as pessoas a se libertarem da abstinência.

Drogas são escondidas no guarda-roupa

Normalmente o local onde os adolescentes guardam as drogas é no guarda-roupa, o local que sentem como sendo unicamente seu. Geralmente elas ficam debaixo das roupas, dentro dos bolsos de calças e camisas, junto às peças íntimas. Verifique as pequenas caixas, estojos, dentro de gavetas e em cima do guarda-roupas.

A mochila é outro local muito utilizado pelos adolescentes para esconder as drogas. Eles normalmente gostam bastante desse “esconderijo” porque trata-se de um acessório que podem levar para todos os lugares e que via de regra sempre estão ao alcance da vista.

Para os que já são acostumados ao vício do cigarro, guardar as drogas ilícitas em maços de cigarro também é comumente utilizado. Naturalmente as pessoas não vão desconfiar de que se trate de uma droga ilícita que está ali “armazenada”, misturada aos cigarros.

No geral os adolescentes gostam de ter potes de salgadinhos dentro do quarto e eles geralmente não levantam muitas suspeitas. Por isso é bastante comum que misturem a droga aos biscoitos e as deixem ali, para consumo.

A mesma realidade é a que acontece com as caixinhas de chicletes e balas. O adolescente acondiciona a droga ali dentro e a consome no dia a dia, sem provocar estranheza nas pessoas.

Os objetos de decoração (especialmente os que são ocos), também são bons esconderijos onde você pode encontrar a droga. Observe bem, especialmente os que ficam dentro do quarto dos adolescentes.

Os adolescentes (principalmente homens) costumam andar com as carteiras para todos os lugares onde vão. É assim que encontram uma ótima forma de esconder a droga. A colocam na carteira e não deixam as pessoas saberem que está lá.

Outro local para esconder as drogas nas fronhas de travesseiros e almofadas ou dentro deles. Analise com cuidado porque não é fácil encontrar, especialmente quando eles colocam a droga junto com a espuma, no interior dele.

Essa é clássica! Você pode procurar debaixo do colchão, presa à grade (se não for uma cama box), dentro do baú, na cabeceira... Vasculhe porque a possibilidade de encontrar algo é muito grande!

Por fim, nunca deixe de verificar os calçados dos seus filhos, porque muitos têm o costume de esconder as drogas lá dentro. Fique atento e nunca se descuide.